Cigarro só para mulheres?

A Camel, lançou uma linha de  cigarros só para mulheres. Eles  mais são finos e delicados.  Como atrativo,  trazem como brinde batons com sabor de morango e penduricalhos  para celular. Em 2001 a marca  lançou o Camel n° 9    em revistas femininas dos Estados Unidos -onde se permite a propaganda de tabaco.


Segundo o fabricante, o alvo eram mulheres adultas, declarou a companhia em comunicado porém a campanha, com layout cor de rosa, caixinha diferenciada  e brindes  atrativos, atingiu adolescentes americanas, como mostra uma pesquisa publicada neste mês na revista “Pediatrics”.

O estudo acompanhou 1.036 crianças que tinham de dez a 13 anos em 2003. Uma vez por ano, até 2008, elas responderam questões como “qual seu anúncio de cigarro favorito?”.

A proporção de meninos que citavam alguma marca não alterou  no período. Já de meninas,  pulou de 34% para 44% no último ano da pesquisa -em 2008, exatamente após o lançamento do Camel nº 9.

“É uma evidência definitiva de que [os fabricantes do cigarro] violaram o acordo”, diz John Pierce, autor do estudo, citando acordo de 1998 em que a indústria do tabaco se comprometia a não direcionar suas propagandas a adolescentes.

Na época do lançamento do produto, houve protestos de associações anticigarro e a campanha da marca foi interrompida. Mas a polêmica deu ainda mais evidência ao produto.

O estudo vem à tona na semana em que a FDA (agência americana que regula remédios e alimentos) aprovou uma regra que proíbe a venda de cigarros para menores de 18 anos e aumenta as restrições de anúncios de produtos de tabaco.

( via Folha online )

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Um minuto de silêncio

artigo escrito por Emmanuel Brandão

A Copa do Mundo perdeu seu brilho. O que será do maior evento futebolístico do mundo sem a poesia e o charme de Armando Nogueira. Depois de cobrir 15 Copas do Mundo consecutivas, a África vai sentir falta do talento de um craque das letras e mestre das palavras.

Com textos bem escritos, ele conseguia transformar jogos sem graça em partidas memoráveis. Seu talento encantou o país do futebol. Lances incríveis foram descritos com técnica apurada, só ele conseguia retratar jogadas geniais em textos inesquecíveis.

Segunda, 29 de março, o futebol perdeu um pouco seu brilho. Depois de dois anos lutando contra um câncer no cérebro, faleceu um dos maiores ícones da imprensa esportiva mundial.

Ex-diretor da Central Globo de Jornalismo, criador do Jornal Nacional e Globo Repórter, autor de dez livros e comentarista esportivo, Armando fez escola ao longo da sua carreira, acumulando muitos prêmios e admiradores. Autor de coletâneas, crônicas, frases e pensamentos, suas ideias repercutem entre os mais novos e mais velhos.

Um jornalista de bola cheia, que marcava colado nas notícias, corria atrás das informações e tinha uma visão de jogo privilegiada. Atuando sempre de maneira ética e jogando com lealdade, o botafoguense sabia a hora certa de atacar e contra-atacar. Ao longo dos seus 60 anos de carreira, transformou palavras em gols de placas, texto em jogadas brilhantes. Ao longo da carreira, acompanhou Garrincha, Pelé, Maradona, Zico, Zidane e o começo de Neymar e Paulo Ganso. Muitos craques ainda surgirão, mas poucos jornalistas vão brilhar como Armando Nogueira, que é insubstituível.

Relatos de um torcedor

Fevereiro passou rápido, mas seu último dia do mês reservou grandes emoções. Fortaleza e Guarany de Sobral disputaram a grande final do primeiro turno do Campeonato Cearense de Futebol. Um jogo único, mas inesquecível.

O que aconteceu no Castelão foi algo inexplicável é complicado até descrever tanta emoção em 90 minutos. Na teoria, com a conquista do primeiro turno, o clube conquistou 50% da competição, mas como a matemática não entra em campo, o leão conquistou muito mais do que metade do campeonato. Ele superou dificuldades, venceu barreiras e transformou uma derrota humilhante em uma vitória heróica e histórica.

O jogo tinha tudo para ser uma bela decisão. O Fortaleza vinha numa crescente e o Guarany era o único invicto do campeonato. A diferença foi que o time do interior entrou a mil, lutando por todas as bolas, marcando muito e atacando com eficiência. O tricolor parecia disputar as Olimpíadas de Inverno: frio e sem graça.

Sem muito esforço o Gurany fez 4×1 e começou a menosprezar o leão. Era toquinho de lado, dribles desnecessários, jogadas de efeitos. Tudo isso reflexo da torcida que cantava “olé” nas arquibancadas, pois já se sentia campeão.

Apático e em tarde infeliz de grande parte dos jogadores, o leão parecia domado. Depois de 70 minutos dominados em campo, o Fortaleza acordou e foi para cima. Jogando com muita garra e superação, o time conseguiu o segundo gol, em seguida o terceiro, quando o que parecia impossível estava bem próximo o tricolor engatou a quinta e apoiado pela sua torcida, conseguiu o empate.

Depois de 4×4 no tempo normal, a decisão foi para os pênaltis e o Fortaleza sagrou-se campeão. Foi uma tarde para ficar marcada na memória de todos os tricolores. Jogos como estes que acontece de tudo fazem os torcedores terem orgulho do time, sentirem-se vencedores. Porque descrever um título é complicado, imagina quando ele vem dessa maneira. O Fortaleza é um time do Brasil e não desiste nunca.

Propaganda de primeira. Toda segunda.

Por: Lisiane  e Tatiana

A partir do dia 08 de março, a propaganda cearense ganha uma nova página: “Estado de Ideias”. A cada semana, um giro sobre o que anda acontecendo no mercado cearense, sem deixar de lado o olhar atento sobre o cenário nacional e internacional do marketing e propaganda nas páginas do jornal O Estado. Além das matérias principais, a página contará com uma coluna assinada pelo jornalista e publicitário André Nogueira. Com 13 anos de experiência e mais de 40 prêmios nacionais e internacionais, o novo colunista do jornal O Estado mostrará seu olhar sobre o que anda movendo as idéias dos criativos e movimentado a opinião pública.

Para dar voz ao povo e promover a interação da redação com aqueles que fazem o mercado publicitário, sejam eles acadêmicos, professores, fotógrafos, produtores, publicitários ou anunciantes, seções especiais para quebrar a rotina.Relembrando as campanhas que ficaram na memória, a Estado de Ideias traz a seção “Minha Propaganda Inesquecível”. Já na “Mistureba”, a troca de experiência entre velha e nova geração em um rápido diálogo.Quem também tem espaço cativo na página são as ações virais e publicidades que mexeram com o público virtual na sessão “Caiu na Rede”.

Mais que a voz de um veículo, a Estado de Idéias surge com a liberdade de apresentar casos e cases, dos que ganham prêmios aos que aumentam vendas. Matérias feitas por quem coloca a mão na massa e as idéias nas ruas e na rede. Enquanto a página não chega, vale a pena sentir um pouco do gostinho do que virá na série de anúncios criados pela Flex Comunicação para divulgar o caderno. Nas peças, idéias específicas para cada caderno: política, esporte, sociedade, moda e economia. Confira os anúncios e acompanhe a nova página.