Em tempos de eleições, votem em mim!

Eu podia tá matando. Eu podia tá roubando. Eu podia tá estagiando de graça, mas a necessidade me pegou por trás e preciso ganhar o dinheiro pro leite dos menino. Por isso, to fazendo estampa pra ser veiculada pelo Site Camiseterias. Mas o processo é duro e árduo e com a ajuda do seu voto, vou chegar lá. Só é preciso a força de vontade de você de se cadastrarem no site: http://www.camiseteria.com

 

No momento to com 3 estampas para serem votadas. Segue as estamapas nos seguintes links:

Estampa 1: http://www.camiseteria.com/design.aspx?did=24334Estampa 2: http://www.camiseteria.com/design.aspx?did=24380

Estampa 3: http://www.camiseteria.com/design.aspx?did=24402

 

Essa são as estampas para eu alcançar meus objetivos, sustentar minha família, sair do mundo das drogas etc etc etc. Conto com a colaboração de todos. Muito grato pela a ajuda e que Deus lhe abençoe e lhe der uma boa mulher ou um ótimo marido.

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Prêmio Ban Ban Ban, o retorno

Depois da Lenda e o Manel levarem o glorioso 4° lugar do prêmio Ban Ban Ban. O prêmio resolveu tirar umas férias e agora está de volta. Se você quer saber como virar uma Lenda da publicidade leia o que o site do prêmio Ban Ban Ban tem a dizer:

Você, estudante de Publicidade e Propaganda, participe da sexta edição do Prêmio Ban, Ban, Ban e mostre toda a sua criatividade na utilização da mídia outdoor.

O período de inscrição segue até o dia 31 de outubro de 2008, na coordenação do seu curso ou no setor que a faculdade escolher para esse fim. As fichas de inscrição estarão brevemente disponíveis aqui para preenchimento on-line e posterior impressão.

O tema deste ano é “Lei Seca: por um trânsito mais seguro”. O objetivo das peças criadas deve ser o de conscientizar a sociedade sobre os benefícios da nova lei para prevenir acidentes de trânsitos. O critério de avaliação será a criatividade na direção de arte e redação de cada peça.

Os trabalhos serão avaliados pelos mais conceituados profissionais de Publicidade e Propaganda do Ceará. Então, fique atento! Essa é uma ótima oportunidade de você mostrar todo seu talento e entrar na mira do mercado.

Para saber mais, consulte o regulamento. Participe!

Ps: Aproveitem que a Lenda já se formou e não vai poder concorrer \o/

Diário do Monógrafo! Pt. I

Bom galera, venho com esse post, também a pedido de alguns colegas, compartilhar com todos vocês o meu processo de elaboração da monografia para conclusão do curso. É final do ano eu me formo! Beleza, não?! =]

Pois bem. Já venho pensando nessa monografia, se não me falha a memória, a mais ou menos dois ano ou um ano e meio. Na metade do curso, basicamente, que eu comecei a pensar no que eu poderia escrever. Comecei a me perguntar o que realmente eu gostaria de escrever por horas, dias e meses sentado na frente do pc. A única coisa que me veio à cabeça e me fez decidir entrar no mundo da monografia foi a música. Sempre escutei música. Desde muleque, lá em Belém eu já escutava música, até mesmo os carimbós do Pinduca e os technobregas que rolavam solto.

Então decido finalmente eu decidi sobre o que eu escreveria, lembrando que isso foi a um ano e meio atrás. Aí eu já fui articulando sobre o que eu poderia encaixar o lance da música com o lance de comunicação social, mais precisamente, a publicidade. Comecei a conversar com professores muitos deles me davam idéias, mas sempre eu achava que não era aquilo o que eu queria mesmo. Conversa vai, conversa vem, e chega o penúltimo semestre da faculdade. 7º semestre e a cadeira de “Método de Pesquisa em Comunicação” chega com o Eduardo Neto já querendo saber sobre o que a gente queria escrever. =P Aí eu comecei a conversar com o Ismar sobre o que eu realmente queria escrever e decidimos que eu escreveria sobre algo que relacionace música com a indústria cultural. Ok, mas eu queria uma coisa revolucionária, fodona! Decidi que na minha monografia eu iria escrever sobre a relação da maior banda de havy metal de todos os tempos, o Iron Maiden, com a indústria cultural. Como se dá essa relação de uma banda de heavy metal, cuja filosofia é “remar contra a maré” ou de contra-cultura com os meios de massa que visam basicamente o lucro. Foda, não? Foda é muito complicado porque toda a bibliografia que eu teria que ler era em inglês e não tinha como eu ler todos os livros a tempo de escrever e apresentar a monografia. Ficou inviável, mas eu continuava com a idéia de música e indústria cultural.

Mais conversas com o Ismar para decidir sobre o que eu poderia escrever. Só que um dia, indo pra faculdade, começou a tocar uma música no som do carro. Era a “Terceira do Plural” dos Engenheiros do Hawaii. Na hora, foi engraçado, porque eu tava parado no cruzamento e olhei pra fora pela janela e falei pra mulher do carro ao lado “Isso dá uma monografia!”, hueheuheuhe, abriu o sinal e eu cheguei na faculdade e falei com o Ismar sobre a música e ele disse que dava pra escrever e encaixar o tema com a banda. Finalmente eu decidi sobre o que eu iria escrever. Uma análise da Indústria Cultural tendo como base as letras de músicas dos Engenhehiros do Hawaii!

Falei com o Eduardo sobre o tema e ele, também, disse que era viável. Fechado e afunilado o tema comecei a escrever o projeto.

Pro projeto eu li basicamente dois livros do teórico jamaicano Stuart Hall que estuda as identidades culturais e é pioneiro nos estudos culturais, além, de ler sobre os teóricos da comunicação como Horkheimer e Adorno. Projeto pronto, aprovado e chegam as férias.

Pow, eu tava cansadão nessas férias! Tirei uma semana direta pra não fazer, literalmente, nada. Pra dizer que fiz alguma coisa, eu dormi muito, mas muito mesmo! A priguiça tomou conta de mim. =P

Na segunda semana de férias, eu fiz o pedido dos livros que eu iria precisar ler. Eu já havia escolhido meu orientador e ele já me passara o que eu precisaria ler nas férias. Foram uns seis livros só sobre teoria e mais uns quatro sobre o rock nacional dos anos 80. Pedido feito e eis que os Correios entram em greve! Foda, não!? Pois é. Passaram-se as férias e os livros só chegaram uma semana antes do inicios das aulas. Eu tava desesperado porque não tinha lido nada! O Ismar, meu orientador, ia me lascar e me dar uns cagaços porque não tinha lido nada!

Ultimo semestre. Primeira orientação! Cheguei na sala e já fui logo dizendo que não tinha lido nada por causa da greve dos Correios. Não levei cagaço, mas o medo de não conseguir escrever tomou conta. Fizemos o sumários de como seria a minha monografia. Ficou assim:

Capítulo 1 – Trajetória da banda de rock Engenheiros do Hawaii.

-História do Rock Nacional.

-História do Rock Gaúcho.

-História dos Engenheiros do Hawaii.

Capítulo 2 – Engenheiros do Hawaii como subversão.

-Letras questionadoras.

-Atitudes de subversão.

-O que é subversão.

Capítulo 3 – Subversão dos Engenheiros do Hawaii como uma identidade pós-moderna.

Finalizado o sumário. Comecei a ler os livros e como ainda não tinham chegado os livros sobre o rock nacional dos anos 80, decidimos que começaria a monografia pelo capítulo 2!

Comecei a escrever sobre as letras questionadoras e foi fluindo. Achei fácil e tal. Enviei por e-mail pro Ismar e ele disse que tava legal, mas tinha, que mudar muita coisa! huehueheuhe Balde de água fria. Daí em diante eu entrei em pane. Não conseguia escrever nada. Foram dois encontros de orientação que eu não levei nada produzido. O Ismar começou a soltar piadinhas do tipo “É meu velho, daqui pro semestre que vem a gente termina essa monografia!” hueheuhe. Aí eu conversei com ele disse que tava meio desesperado porque não queria reprovar e finalmente comecei a escrever. Fiz um capítulo em 3 dias! Capítulo 1 pronto! Show de bola!

Agora faltam exatos dois meses e meio para a defesa da monografia. Não tô desesperado, porque sei que no rítimo que tô indo dá pra fazer tranquilo.

Uma dica que eu deixo aqui pra galera que ta começando a pensar é que decidam rápido o que querem escrever, comecem a ler o quanto antes e o maior numero possivel de livros sobre o tema, além, de ficha-los. Vai ajudar e muito! E sorte também pra não ter outra greve de Correios e os livros não atrasarem.

Essa 1ª parte foi maior porque tinha que contar como tudo começou. O próximo vai ser mais leve! heuheuheu

Saudações Monográficas!

P.S.: Desculpar se conter algum erro de ortografia. =]

Classificados de jornal é coisa do passado

Foi-se o tempo que o nosso tradicional jornal tinha anúncios dos mais diversos tipos. Hoje em dia, os anúncios que dominam os jornais de papel são de imóveis e carros. Com a popularização da Internet muita gente trocou o velho jornal pelos classificados virtuais. As vantagens com o tradicional são várias, por exemplo: o texto pode ser do tamanho que você quiser, pode colocar fotos do produto, alguns sites só cobram a comissão de venda [ o anúncio é grátis ], seu anúncio pode visto por um número maior de pessoas e você pode mandar o produto para outras cidades.

Nesses sites de classificados é possível achar de tudo (tudo mesmo), desde fralda para calopista até sementes de copaíba do pará.

Até pouco tempo, o Mercado Livre era o único site com portal brasileiro mas, o Que Barato veio com sua divertidissíma campanha para dar uma cutucada no mercado virtual.

Aqui a Campanha do Que Barato:

Nem preciso dizer porque eu AMEI essa campanha né? O Que Barato fez uma conta no Youtube e colocou outros vídeos lá. Quem tiver interesse clica aqui.

Aqui o famoso vídeo romântico do mercado livre, vale a pena ver de novo hehe:

O que acontece depois da inclusão?

Esse post estava nos planos para ser realizado há mais tempo, mas pela correria da semana atribulada, só no sábado sobrou uma folguinha para postar. Nessa semana, mais exato na quarta 24/09, saiu no caderno Cidade do Diário do Nordeste essa matéria sobre um projeto nas escolas públicas municipais de inclusão digital, qual o método? A molecada escreve blogs. Um trecho da matéria:

“Juliana tem nove anos e sempre gostou de observar o dia-a-dia da comunidade onde mora, no Bairro Cocó. A estudante da 4ª série do ensino fundamental na Escola Municipal Maria Odnilra Cruz Moreira, situada na Cidade 2000, está comemorando a possibilidade de poder finalmente mostrar às outras pessoas sua visão de mundo por meio de textos. A menina está ajudando a criar o blog “Acontece Aqui” para sua escola.

Ela, juntamente com estudantes (..) estão ajudando a criar, voluntariamente, diários eletrônicos para exercitar suas habilidades com textos, fotografias e vídeos.

A idéia da Secretaria consiste em oferecer a crianças e adultos do ensino fundamental a possibilidade de relatar o cotidiano de suas escolas e comunidades a partir do olhar do próprio estudante. O conteúdo inclui trabalhos com poesias, desenhos, notícias e fotografias, e os assuntos também são variados — teatro, cinema, música, literatura, esportes e curiosidades, entre outros.”

Vou além do que foi escrito no DN. A molecada não está apenas fazendo um diário, ou se incluindo no mundo dos blogs e da internet. É muito mais. Eles estão criando seu próprio conteúdo de informação e comunicação entre eles.  Isso é o milagre da WEB 2.0, e mais, um passo para o fim do antigo método de fazer comunicação de massa. A informação não é mais um privilégio dos grandes meios, pois cada pessoa pode criar e escolher o seu conteúdo, além disso, ampliou a capacidade de influenciar diretamente pessoas ou grupos. Cabe a nós (quase)publicitários ficarmos ligados nessas mudanças e nos prepararmos, e entendermos que a  internet não é apenas mais uma mídia (ou mídia alternativa, como entendem alguns clientes), ela é um espaço onde há relacionamento e convivência. O nosso amigo “receptor-público-alvo” só vai se interessar por algo que publicarmos se isso tiver relevância para ele.

Quase finalizando. O DN fez legal em publicar essa reportagem, colocou até um vídeo no youtube, mas cadê os links com os blogs das crianças? Você pode comentar, ponto positivo,  mas as pessoas não podem ver, isso é um filtro, ponto super-negativo. Tá faltando muito ainda para o DN entender o que é internet e blogs, também tá precisando de uma aulinha.

Dia Mundial de Prevenção da Gravidez na Adolescência

Hoje, 26 de setembro é o Dia Mundial de Prevenção da Gravidez na Adolescência. Milhares de meninas no mundo todo ficam grávidas sem planejamento prévio. No bom cearencês isso significa uma arruma de comedor de rapadura. Mas eu não vim aqui explicar como não fazer menino. Mas pra quem tiver interesse o site da campanha está cheio de informações úteis. O tema da campanha desse ano é “Sua vida, sua decisão”. O objetivo é claro. A campanha é simples. Eu só vi aplicações dela na internet mas também foi veiculada no canal futura. No site você pode enviar um desses cartões para suas amigas: Aqui, a campanha em vídeo: Bem, achei a campanha bem legal mas o segundo vídeo deixou a desejar. Mas ainda ficou uma dúvida: será que atingiu o público? Porque ela foi veiculada no canal Futura (tv paga) e internet. Enfim, meninas não parem de tomar a pílula. hheeh

Loja Endossa

A loja Endossa é uma inciativa super bacana. Ouvi falar dela pela primeira vez no blog da Camila.
A Endossa se auto-entitula Loja colaborativa. Mais que viria ser isso? Bem, a loja trabalha com um sistema de alugel de caixas. Sim sim sim, caixas. A idéia é ajudar os pequenos empreendores artesãos. Cada marca aluga uma caixa cujo preço varia de acordo com o tamanho, quanto maior, mais cara . Uma das vantagens é que não há comissão sobre as vendas, você apenas tem que vender um valor mínimo mensal igual ao valor do aluguel da caixa para continuar lá.

Infelizmente a loja só tem em São Paulo mas achei a iniciativa tão criativa que eu iria adorar um sisteminha desse na nossa cidade solar.

Fotos da loja:

Fotos tiradas do Superzíper