Dilma terá mais de R$ 1,1 bi para publicidade

Principal concorrência é do Ministério da Saúde, com verba anual de R$ 120 milhões

Dilma Rousseff, com 56% dos votos, é a primeira mulher eleita para governar o Brasil. Ela terá pelo menos R$ 1,1 bilhão para investimentos em publicidade institucional, de utilidade pública e das empresas estatais como a Petrobras, que tem um orçamento anual de R$ 250 milhões, assim que assumir a Presidência da República em janeiro de 2011. O governo é o maior anunciante com verba líquida do País. As Casas Bahia, apontada como o que mais investe em publicidade, só sustenta essa posição na conta bruta, sem descontos, que chega a R$ 3,2 bilhões. Mas sua verba líquida é de R$ 500 milhões, equivalente a 3% do faturamento.

Este ano, devido a exigência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que limita o gasto de comunicação na mídia à média dos últimos três anos, a verba é de R$ 903,5 milhões. No ano passado o governo reservou R$ 1,174 bilhão; em 2008 R$ 1,149 bilhão; e em 2007, R$ 1 bilhão. Normalmente, no primeiro ano de mandato, a verba costuma ser reduzida, afinal é o tempo para se rever conceitos, foco de comunicação e também de fornecedores de serviços.

A Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência da República) revelou ao propmark que o valor proposto para publicidade institucional e de utilidade pública na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2011 é de R$ 205 milhões. A proposta foi encaminhada pelo secretário executivo da Secom, o jornalista Otoni Fernandes Jr., no mês de setembro à Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional e sua aprovação deve acontecer até 31 de dezembro. O Orçamento Geral da União para 2011 prevê R$ 967,6 bilhões, que significa que o governo reserva cerca de 1% para ações de mídia. Porém, o montante não contabiliza as receitas financeiras e investimentos de R$ 159,5 bilhões, dos quais R$ 107,5 bilhões das empresas estatais (a maior parte deles para a Petrobras R$ 91,2 bilhões), e R$ 52 bilhões para projetos públicos de governo como o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Agências

Atualmente a conta da Presidência da República é administrada em conjunto pelas agências Matisse, 141 Soho Square e Propeg, que podem ter seus contratos revistos pelo próximo governo, afinal esse compromisso foi prorrogado até fevereiro de 2011. A três, já com briefing em mãos, disputam a preferência da Secom para criar a primeira campanha insticional do governo, resultado que deve ser anunciado nos próximos dias, segundo a assessoria de imprensa da secretaria.

Ainda não há um nome definido por Dilma para comandar a área de comunicação, atualmente sob a gestão do jornalista Franklin Martins. A Secom é dirigida pelo também jornalista Otoni Fernandes Jr. A indicação deverá ser de Antonio Palocci, o homem forte dos bastidores da campanha de Dilma e cotado para chefiar a Casa Civil, que dá as diretrizes na Secom.

A presidente eleita teve a coordenação de comunicação da sua campanha comandada por João Santana, marqueteiro que trabalhou na reeleição de Lula em 2006. Entre os publicitários que integraram sua equipe estão Alexandre Okada, para a criação dos comerciais, que está de partida para trabalhar na Europa. Marcelo Kertz, redator, e Lô Politti, diretora, que atuaram na criação dos programas de TV com o jornalista Eduardo Costa, também já estão no mercado.

A Beleza Cega*

artigo escrito por Guto Rafael

Nem bem foi divulgada a lista de candidatos que concorrem à presidência e o bafafá começou antes mesmo de alguns partidos escolherem os seus. Por conta da grande “povoação” nas mídias sociais hoje em dia, os políticos também resolveram usar da ferramenta, o que acabou gerando conflitos e contradições entre os partidos e os concorrentes. Em apenas sete meses, tanto a candidata Dilma Rousseff quanto o atual Presidente Lula foram multados por propaganda antecipada. Outro que sofreu as consequências foi o vice de José Serra, Índio da Costa por propagar pelo microblog, Twitter o que pode vir a ser uma “boca de urna virtual”.

Mas tal fato já era de se esperar. Se não fossem os candidatos, seriam simpatizantes de cada. O que isso vem a mostrar é que o uso dessas mídias vem crescendo gradualmente para com fins publicitários. Por se tratar de uma ferramenta onde muitos usufruem com a finalidade de se informar e de se relacionar, e sendo umas ferramentas que não se fazem privadas, é um dos caminhos mais usados pelo mercado publicitário.

Contudo, não vim aqui com mais um comentário sobre as mídias sociais. Puxei esse assunto por estarem tratando tanto do fato de multas por propagação prematura de campanhas políticas ultimamente. Não! Esse artigo é para falar da “beleza” enganadora que cercam os candidatos e suas propostas. Deixar se cegar por essa radiante propaganda é não enxergar o bom senso. Em época de campanhas eleitorais, todos prometem e falam bonito, mas quanto mais perto do primeiro domingo de outubro, nossos candidatos começam a ladrarem e a darem mordidas uns aos outros. O que o povo mais precisa agora não é de um candidato que tenha enfeites no uso das palavras ou que beije bochechas meladas de crianças. O que o povo mais precisa é de consciência, já que a esperança deu seu último grito foi com um “Impeachment” – resquício de um “Diretas já!” de 1983-84 – em um já quase esquecido 1992, onde muitos lutavam por seus direitos. Muito longe da realidade de hoje onde vemos muitos de nossos representantes serem corruptivos publicamente e ninguém toma atitude alguma. Hoje a acomodação e o medo da violência de um movimento civil prendem os brasileiros em suas cadeiras, mas saibam que o voto tem o poder pra erguer um mundo.

* Este artigo foi retirado do blog O Mestre das lendinhas.

Cigarro só para mulheres?

A Camel, lançou uma linha de  cigarros só para mulheres. Eles  mais são finos e delicados.  Como atrativo,  trazem como brinde batons com sabor de morango e penduricalhos  para celular. Em 2001 a marca  lançou o Camel n° 9    em revistas femininas dos Estados Unidos -onde se permite a propaganda de tabaco.


Segundo o fabricante, o alvo eram mulheres adultas, declarou a companhia em comunicado porém a campanha, com layout cor de rosa, caixinha diferenciada  e brindes  atrativos, atingiu adolescentes americanas, como mostra uma pesquisa publicada neste mês na revista “Pediatrics”.

O estudo acompanhou 1.036 crianças que tinham de dez a 13 anos em 2003. Uma vez por ano, até 2008, elas responderam questões como “qual seu anúncio de cigarro favorito?”.

A proporção de meninos que citavam alguma marca não alterou  no período. Já de meninas,  pulou de 34% para 44% no último ano da pesquisa -em 2008, exatamente após o lançamento do Camel nº 9.

“É uma evidência definitiva de que [os fabricantes do cigarro] violaram o acordo”, diz John Pierce, autor do estudo, citando acordo de 1998 em que a indústria do tabaco se comprometia a não direcionar suas propagandas a adolescentes.

Na época do lançamento do produto, houve protestos de associações anticigarro e a campanha da marca foi interrompida. Mas a polêmica deu ainda mais evidência ao produto.

O estudo vem à tona na semana em que a FDA (agência americana que regula remédios e alimentos) aprovou uma regra que proíbe a venda de cigarros para menores de 18 anos e aumenta as restrições de anúncios de produtos de tabaco.

( via Folha online )

ENADEmissível

zé potóNesse post, vou deixar a publicidade de lado, mas sem esquecer da comunicação social. É um post político, que pode até ser lido como panfletário, mas com certeza, não é vazio e nem falso. Como vários outros estudantes do Brasil tive que perder boa parte de um domingo para fazer a prova do ENADE. Um exame que segundo o MEC, visa sondar o nível de educação do ensino superior, pelo menos é o que dizem, porque na prática foi totalmente o contrário. Domingo acordei cedo, às 10h da manhã, para fazer a prova (se é que podemos chamá-la assim). Quando entrei na sala, recebi o caderno de questões onde pude observar que continha uma série de perguntas sobre conhecimentos gerais, sobre área (comunicação) e sobre a especialização (publicidade).  Porém, no quadro à minha frente, estava escrito um aviso que só precisaríamos responder às questões referentes à nossa àrea, no caso publicidade. Estranhei e perguntei, não fazia sentido uma prova com 40 questões você só ser obrigado a respoder às referentes ao seu curso, simplemente não fazia sentido. Se não é pra responder, porque tem? Como teimoso que sou, fiz tudo. Foi bom e graças a esta teimosia, vi o que muitos estudantes infelizmente não viram, mas que não passou despercebido ontem no Jornal Nacional. A prova, se é que pode ser chamada assim, continha um conteúdo subliminar , aliás, não tinha nada de subliminar era descarado mesmo, sobre as ações do Governo Federal. Uma total puxa-saquice do governo que para acertar, teria que compartilhar da idolatria cega de muitos brasileiros, a mesma que decidem fazer um filme elogiando o Presidente cujo o título é “Lula o filho do Brasil”. A prova era altamente tendenciosa e partidária, e não imparcial, como um exame deve ser. Minha crítica é muito mais profunda, para muitos isso não é nada, mas para mim, é prova que vivemos em uma ditadura oculta, na qual devemos legitimar ações do governo as quais não concordamos.

Para explicar melhor vou colar a matéria do Jornal Nacional sobre a prova e abrir pequenos parenteses em algumas partes: Continue lendo

Fortaleza e a regulamentação da publicidade exterior.

eu-jv2Um post CTRL-C e CTRL-V sobre a proposta de regulamentação da mídia exterior, aqui, em Fortaleza.

O mercado publicitário de Fortaleza decidiu encara os desafios de regulamentar a mídia exterior antes que a paisagem da capital cearense perca parte de seus encantos para outros destinos turísticos do Nordeste. Para isso, Executivo, Legislativo, Judiciário e a iniciativa privada estão discutindo qual o modelo mais viável a ser implantado. A arquiteta Regina Monteiro, uma das responsáveis pela implantação do Cidade Limpa em São Paulo que praticamente baniu a publicidade exterior da cena urbana paulistana, foi convocada a ir à Fortaleza na semana passada para relatar sua experiência aos vereadores e empresários cearenses. A ida da especialista acirrou o receio dos players de que o novo marco regulatório inviabilize os negócios. A intenção da administração da prefeita Luizianne Lins (PT) é que a nova lei entre em vigor até o final do ano.

Segundo Moacir Tavares, coordenador do programa Fortaleza Bela, Quero Te Ver, as belezas da capital cearense estão encobertas por uma infinidade de placas, outdoor, panfletos e faixas irregulares. “Fortaleza é diferente de São Paulo, portanto, a regulamentação da mídia exterior por aqui terá suas especificidades. Estamos olhando para experiência de São Paulo para de lá extrair os acertos e descartar os erros”, explica Tavares.

Sem andar para trás
Ele assegura que o conteúdo da nova regulamentação está sendo desenvolvido pelo executivo em parceria com os setores da economia que podem ser atingidos, entre os quais, as agências que comercializam esses espaços, o comércio e a indústria, sem perder de vista o bem comum. “Estamos analisando os prós e contras para minimizar eventuais prejuízos decorrentes da redução do espaço público disponível para veiculação publicidade. Caso essas medidas gerem desemprego, o poder público estará a postos para absorver trabalhadores demitidos”, assinala. Em um ano, Tavares estima que 11 mil peças irregulares tenham sido retiradas da cidade. “Esse volume não representa nem 10% do que pode ser ordenado”, calcula.

Moacir de Albuquerque, presidente do Sepex-CE, enfatiza que foi a falta de fiscalização da prefeitura que possibilitou o uso indevido do bem público. Ele garante ser favorável à normatização do setor desde que não comprometa as atividades das empresas de mídia exterior. Albuquerque ressalta que várias cidades brasileiras implementaram modelos de negócios mais sensatos que o de São Paulo.

“As mudanças têm de ser feitas com critérios para que atendam interesses públicos e privados, afinal a mídia exterior é uma ferramenta importante para o mercado publicitário local, sendo algumas vezes a única opção de propaganda do pequeno e médio anunciante”, arremata. O presidente da Abap-CE, Eduardo Odécio, argumenta que os abusos devem ser impedidos, mas defende que as partes interessas dialoguem até encontrarem um ponto de equilíbrio para essa situação.

Retirado do M&M OnLine.

E agora José?

Ontem,  o STF – Supremo Tribunal Federal, derrubou a obrigatoriedade do diploma de Jornalismo para o cargo. Essa decisão, “começou” em novembro de 2006, onde, uma liminar do STF garantia o exercício da atividade aos atuantes na profissão independentemente de registro no Ministério do Trabalho ou de diploma de curso superior na área.

Segundo os defensores da lei, os que tiverem interesse e oportunidade de se profissionalizar como jornalista, através de universidade, eles podem e são livre (para isso). Mas estes não são os únicos à terem o direito de seguir o jornalismo, atividade que também se disponibiliza para os  vocacionados, os que tem o dom para a escrita, da repasagem de informação, e o olho clínico. A decisão deixou muita gente indgnada, desde os estudantes  aos jornalistas formados.

No nosso mercado tem muito mais gente sem diploma de publcitário do que no mercado jornalístico. Pra muita gente, um curso de Photoshop e CorelDraw já é formação certa. Do mesmo jeito que os jornalistas estudam uma porrada de coisa, a gente também tem que estudar o tripo, uma vez que, as agências tem vários clientes distintos e nós temos que aprender o máximo sobre eles, estudar o negócio para realizar uma campanha coerente.

Aí me veio uma questão:  Se os jornalistas que tem a profissão reconhecida e etc, receberam esta cartada do STF, imagina nós Publicitários, que não temos nem um sindicato?

E agora José?

Dia do trabalho

euComo costume do blog a seleção de posts de anúncios de oportunidade veiculados nos jornais impressos aqui da praça, Diário do Nordeste e O Povo. Dessa vez a novidade foram os anúncios de personas políticas sobre o 1º de maio, alguns que merecem tá no Mídia Privada.

Veja também a seleção de outras datas: Dia da Mulher 1, Dia da Mulher 2São José e Aniversário de Fortaleza.

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Personas Políticas

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