Os matadores do mundo

fotoreduzida_potoUm site bastante interessante que encontrei na web foi o”Killers of the world”, que lista os cinco maiores matadores do mundo, entre eles o clássico Charles Manson (Aquele bicho muito doido que matou 6 pessoas e liderou um grupo de seguidores que tinha como objetivo exterminar a raça branca do mundo) e a Elizabeth Bárthory (Aquela condessa hungara, que matava as pessoas e usava o sangue de suas vítimas para rejuvenescer sua pele). Com um design bem arrojado e um clima de suspense quase que cinematográfico o site prende a nossa atenção do início ao fim de sua exibição e o mais legal de tudo: o desfecho é muito legal! Então, caros potozoários, vale a pena clicar no banner abaixo e conferir.

killers

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VT no Youtube não tem público-alvo

Inserções, Bi-semanas, veiculações etc.

 Estes são alguns dos processos recorrentes entre agências de publicidade e os meios intermediários, os já consagrados meios de mídias, para que aja uma propagação das peças que são criadas para seus anunciantes. Meios, estes, que consomem os receptores que consomem desejos induzidos. Um efeito direto e ativo para quem dispara feito tiro ao alvo, sem que se possa haver uma interação maior com o público.

 Porém, nestes últimos tempos, este quadro vem tomando outra forma. Seja através de mídias alternativas espalhadas pelas metrópoles e grandes centros urbanos onde um grande fluxo de receptores badalam todos os dias por quase todas as horas, seja no metrô admirando uma galeteria cheia de macarrões instantâneos Nissin Miojo sabor Galinha Caipira rodando nos espetos (F/ Nazca); ou um carro inflável no meio de um parque público para divulgar uma campanha para o Instituto Akatu para a preservação do ar que respiramos; por um ar mais puro (Lew Lara) – mídias estas, que, conforme as tradicionais, também necessitam dos meios intermediários para a realização de suas veiculações. Ou tomando forma seja através de fazer publicidade por um meio que não requer tantos intermediários e que se vê mais crescente atualmente: a internet. É sobre este meio (que já comentei tantas outras vezes e) que venho a fortalecer meus argumentos agora. A rede é um meio que vem realizando uma constante conquista de público, vem disponibilizando aos seus usuários uma maior facilidade na hora de fazer publicidade com propagandas rápidas, diretas e o melhor: gratuitas. Hoje em dia já não é preciso pagar tantas inserções para veicular VTs, spots ou jingles em TVs ou rádios, se já é disponibilizado canais de fáceis acessos acesso como Youtube, Vimeo, Last FM entre outros. Tal fato e favorável para o mercado publicitário, pois já se sabe o que de certo os virais têm sua força, o que é constado com tantos vídeos que caíram na categoria Webhits nas telas dos PCs, chegando até a espargir seu alcance além das fronteiras que as peças tradicionais não costumam chegar com tanta freqüência. Ou seja, o público-alvo na rede não chega a ter o mesmo fim que o púbico-alvo habitual, já que a internet é uma ferramenta de comunicação onde há uma total interatividade entre o emissor e o receptor.

 Mas a publicidade na web não se faz só por VTs e spots. Anúncios que antes preenchiam paginas de revistas e jornais (e porque não incluir as idéias passadas em outdoors?) ganham espaços em artigos de Blogs, notícias rápidas e linkadas no Twitter ou até espaços de divulgação e publicidade presentes tantos no Orkut como no Facebook. Meios como estes vem ganhando mais espectadores, independente da classe social. Visando essa fatia, que vem aumentando ainda mais, os grandes meios de massa vem usufruindo da web para ampliar ainda mais seu espaço de divulgação. Não que o fator internet tenha chegado para acabar com meio intermediário entre agência e meios de mídias. Não! Isso é uma possibilidade que não venha a ocorrer. O ponto principal que venho trazer é que cada vez menos estamos nos tornando mais independente dos meios intermediários para a realização e publicação de nossos trabalhos. Seja na produção de um disco, na venda de camisetas ou na própria divulgação publicitária, a internet é uma ferramenta que (por mais que os tornem mais técnicos do que precisos) veio pra facilitar a produção de nossos trabalhos.

Ouvi dizer que rádio é um bom negócio.

Artigo escrito por Emmanuel Brandão.

Um dos meios de comunicação mais antigo do mundo, o rádio, não para de evoluir. A cada dia que passa ele vai se adaptando a era digital. Ele pode ser sintonizado em antigos aparelhos como também em modernos Mp8, Mp9. Com a conexão da rádio direto da internet, mais barreiras foram quebradas. Uma partida de futebol da Rádio Globo chega a ter 55 mil ouvintes simultaneamente conectados, o equivalente a um estádio praticamente lotado.

Uma dos grandes benefícios do rádio continua sendo a proximidade com o ouvinte, não exigindo total atenção para compreender a mensagem. Você pode está na academia, dirigindo, no estádio, tomando banho. As pessoas geralmente absorvem com mais facilidades palavras do que imagens, principalmente se a mensagem estiver em forma de jingle (mensagem publicitária cantada).

Hoje em dia, essa relação com seu telespectador avançou e evoluiu muito. Antigamente a relação era limitada apenas a as ligações telefônicas e cartas. Agora é possível desde as tradicionais promoções, blogs e o famoso Twitter. Esses novos meios de comunicar ajuda a aproxima ainda mais a relação dos clientes com o rádio. Segundo pesquisas do IBOPE, uma pessoa escuta em média 3 horas e 45 minutos por dia.

Outra vantagem é o horário comercial. O rádio tem o triplo de audiência da televisão durante a manhã e mais do dobro durante a tarde, justamente no horário em que as empresa e os comércios estão abertos, e é nessa hora que o rádio tem mais audiência. O horário nobre da TV dura apenas das 19 às 22 horas.  

Explorando essa potencialidade do rádio, algumas empresas estão aproveitando-se do veículo para ganhar mais fidelidade com seus clientes. A operadora telefônica OI, por exemplo, tem uma rádio própria, a OI FM. Focando música e aumentando sua interatividade com o assinante, que solicita o que deseja ouvir e ainda é avisado sobre a programação. Todo esse contato, lógico que é feito pelo celular. Isso só prova que as empresas estão criando uma nova forma de se comunicar com seus parceiros.

Nos anos 50 com a chegada da televisão, muitos cartomantes e videntes ficaram contrariados porque muitos já previam o fim do rádio. Isso não aconteceu, o aparelho continua com toda força e pega em praticamente todo território nacional. As cartomantes decretaram também o fim do rádio com a internet, mas o que vem acontecendo é que as pessoas vêm navegando na internet e ouvindo o rádio pela web.

Agências Virtuais

foto-perfil1Ao que parece, o Mundo já não é mais espaço suficiente para os meios de mídias da publicidade. Dias se passam e mais se atrelam Publicidade e Internet como uma nova junção para propagar – que antes era meio divulgado apenas por elementos da Indústria Cultural, hoje divide royalites para com o Cibercultura. Elementos favoráveis, estes, não se sabe se pelo novo ou pela facilidade para explorar e melhor direcionamento de público-alvo.

Logicamente que a Web nunca irá deixar as tão já usadas mídias impressas e transmissíveis no esquecimento (pode ser que futuramente (bem futuramente mesmo), obsoletas). No entanto, a de se valorizar os fundamentos de como propagar via rede, pois temos como exemplo louvável a agência paulista Boo-Box, de Marcos Tanaka e Marco Gomes (ambos na imagem abaixo), que através de parcerias entre clientes, Blogs e até o Google, e de um sistema de ferramentas e widgets que permitem a estes um manuseamento para que se possa estabelecer o processo e é este  processo que vem massificando esse meio como uma das grandes propagadoras deste cenário beneficiando a todos os envolvidos. Pode-se constatar de como dá-se melhor esse processo de divulgação através de uma matéria publicada para a Série “Faça e aconteça” da Revista Época.01581890800

Um fato de extrema importância que hái de levar em conta é que além dessas agências venderem a marca de seus anunciantes, eles acabam criando (e divulgando) uma marca de si mesmos. Então uma boa parte desses tipos de agências pode-se dizer que são também Empresas-Marcas. Elas divulgam e vende com uma rapidez que só a Web pode oferecer. Temo o próximo exemplo que darei (pelo fato de não ser uma agência só voltada para a Internet), mas a StrawberryFrog é uma das agências que além de trabalhos propagados em meios de cultura de massa e mídias alternativas, também costuma usar meios de Web com seus clientes. O próprio site desta já é um exemplo e muito bem projetado para o meio – uma conferida era excessial para comprovar, principalmente para Designers Gráficos e Web Designers.

Em suma, estamos conferindo a evolução de algo novo para o ramo publicitário e nos adaptando a ele, pois com o grande aumento populacional que anda ocorrendo no Mundo Virtual, propagar entre subtextos, XHTML,CSS, RSS… enfim, será extremamente necessário e eficaz, pois esse meio será de bastante fundamento e utilidade neste espaço onde já se encontram crianças de 10 anos como donas de Blogs e vovós com perfis no Orkut.