Anunciantes investem US$ 1,6 bi em publicidade infantil.

De acordo com estudo de uma comissão do governo federal dos Estados Unidos, em 2006, as maiores empresas dos setores de alimentos e bebidas investiram cerca de US$ 1,6 bilhão em publicidade voltada para crianças e jovens na faixa de idade entre 2 a 17 anos.

Só as marcas de refrigerante investiram US$ 490 milhões, enquanto restaurantes tiveram US$ 294 milhões e empresas de cereais US$ 237 milhões. As 44 companhias pesquisadas espalharam seus investimentos em todos os segmentos de mídia, segundo a entidade.

De modo geral, os valores não atingiram o estimado anteriormente, embora, na opinião do senador Tom Harkin, que participou do estudo, representem ainda “uma grande parte da verba que está sendo utilizada para incitar as crianças a consumirem almentos que geralmente não são escolhas saudáveis’.

Com informações da Associated Press.

Retirado da M&M OnLine.

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Experimentar o experimental… (não é para todos!!!)

No último Sábado, dia19/07, fui ao Centro Cultural Sesc Luiz Severiano Ribeiro – o antigo Cine São Luiz – com o intuito de conferir o longa Praia do Futuro onde foram apresentado como uma junção de 17 curtas sobre a temática. Logo nas primeiras amostras do filme notei que os cineastas queriam passar uma visão diferenciada da Praia do Futuro; uma visão experimental de como fazer cinema.

Só quiseram porque de experimental não tinha nada. Não assisti a todos os curtas porque estavam mesmo muito ruins.Os diretores quiseram inovar e difundir uma idéia de “Cinema Novo” – fazendo apologia ao que já fez Glauber Rocha talvez – transformando a película em um experimentalismo, mas só conseguiram atingir o pico de experimerdalismo. Fôra proposta umas idéias viajantes para a construção dos curtas, mas nem todo mundo é capaz de tal proeza. Nem todo mundo é capaz de fazer experimentações e/ ou inovações. Não assisti ao filme todo porque de tortura já basta a vida. Sai antes do final da amostra. Fiquei pela Praça do Ferreira afim de assistir o show da banda Cidadão Instigado. Em tal espera acabei me encontrando com o professor Ricardo Salmito que foi mais corajoso e tolerante do que minha pessoa para assistir o filme. Em uma troca de idéias rápida, ele me disse que também não tinha gostado muito; que nem todo mundo é capaz de fazer algo experimental. Concordo plenamente! Para a construção de algo experimental é necessário um estudo e um conhecimento aprofundado (quase que antropológico) sobre o material que se pretende fazer. Pelo menos a banda Cidadão Instigado iria tocar de graça.

Mas o que mais me aflige é o fato de que nós, o povo cearense, somos pessoas bastante criativas e capazes de fazer e/ ou criar um experimentalismo que tenha conteúdo e um conceito que possa ser entendido e suprido pelas massas. Porém, aqueles que soam como os mais capazes não têm a mínima condição de expor suas idéias para o público. Cabe tal função para os “filhinhos de papai” arremeterem, pois estes são os que tem condições e paitrocínios para bancar suas brincadeiras de Cinemas Novos ou Tropicalismos ou Dadaísmos.

O que falta de incentivos e patrocínios para os mais capazes, sobra de lama para os metidos.

Comercial com pit bulls revolta associações.

Mais um comercial envolto em polêmica. Desta vez, é um filme da operadora Verizon Wireless, que está na mira de entidades em defesa dos animais, por causa de um filme criado para o aparelho LG Dare, que continuará no ar.

A peça criada pela McCann Erickson de Nova York mostra um jovem rapaz tentando pegar um telefone mas, para isso, ele precisa passar por uma grade de arame farpado, mas sendo instantaneamente recebidos por dois Pit Bulls, com orelhas cortadas e com colar de metal afiado; eles estão há poucos centímetros do telefone, porque as pesadas correntes não são extensas o suficiente.

O anunciante disse que não vai retirar o comercial do ar, para fúria das associações, como a Humane Society. Segundo um dos diretores da empresa, a peça pode levar as pessoas a um pré-julgamento mais inflamado sobre a raça, que já não é muito popular. “Nós entendemos o porquê de os anunciantes usarem estereótipos, já que eles fazem a pessoa entender o ponto. Mas neste caso, seria perpetuada a idéia de que é normal colocar correntes nesses cachorros e tê-los como cães de guarda”.

Para a presidente da associação The Real Pit Bull Mary Harwelik, os pit bulls não são cães de guarda e nunca foram. Em comunicado, a ASPCA disse que essa raça pode ser muito boa para a família e que podem ser reabilitados. Ela citou o caso de um jogador de futebol americano, já condenado a 23 meses de prisão, que promovia brigas entre cachorros em sua casa. As autoridades encontraram 66 animais, sendo 50 pit bulls. Dois deles foram sacrificados, mas os outros acabaram sendo reabilitados e adotados.

Confira o comercial abaixo:

Retirado da M&M OnLine.

Solta o som,… publicitário(?)

Roberto Justus – Só Entre Nós

1. What a Wonderful World
2. I’ve Got You Under My Skin
3. Unforgettable – Participação Especial: Cathy Justus Fischer
4. Yesterday
5. Perhaps Love – Agnaldo Rayol
6. Can’t Take My Eyes off of You
7. Always on My Mind
8. Your Song – Paulo Ricardo
9. Tonight’s the Night – Participação Especial: Paulo Ricardo
10. Something
11. My Way
12. California Dreaming

http://w17.easy-share.com/1700920894.html

 

[Sem comentários]

Campanha contra esfaqueamentos no Reino Unido.

Uma forte campanha criada pela Abbott Mead Vickers BBDO para a Tower Hamlets Borough Council, uma entidade do governo britânico que reúne conselhos que representam a população em cada localidade, procura demover os jovens da idéia de andar armados com uma faca. Londres está vivendo um surto de ataques juvenis com este tipo de artefato, sendo que mais de 50 pessoas já foram assassinadas desta forma em 2008.

 

O filme mostra um jovem fugindo de outro pelas ruas e, ao final, ele é atacado. Ao revelar-se a figura do agressor, percebe-se que se trata do mesmo rapaz, o que dá sentido ao slogan que diz que há mais chances de você ser atingido por sua própria faca.

 

Confiram o comercial abaixo.

 

Retirado da M&M OnLine.

Comissão de Criatividade lança Manifesto Bossa Nova.

A Comissão A Criatividade Brasileira, do IV Congresso Brasileiro de Publicidade, lança Manifesto Bossa Nova por uma Criatividade Brasileira Mundial. O texto apresenta ações, posturas, propostas e iniciativas a serem trilhadas pela publicidade brasileira, reforçando a posição do País como Líder Emergente em Criativadade.  “Da mesma forma que a Itália se abraçou ao designer, o Brasil se abraça à criatividade “, afirma o presidente da comissão, Nizan Guanaes (Grupo ABC).
Veja as principais diretrizes dos publicitários bossa nova:
– Devemos derrubar fronteiras da publicidade brasileira.
– Devemos superar a fronteira que limita a remuneração à mídia. “Uma idéia pode deixar de incluir mídia. Eu propus construir um prédio para a Vale do Rio Doce. Essa idéia não tem mídia. Uma idéia pode ser de design não precisa necessariamente incluir mídia”, afirma o presidente da comissão, Nizan Guanaes (Grupo ABC).
– Devemos romper a falsa barreira da língua e do Brasil. Muitos dos mais prestigiados publicitários brasileiros trabalham fora do Brasil. Empresas tais como a Vale do Rio Doce, Embraer, Petrobras, Ambev, Alpargatas, e artistas como os irmãos Campana, o diretor Fernando Meirelles, os grafiteiros Os Gêmeos (e uma lista enorme de nomes de companhias e pessoas) são referências criativas e de negócios mundiais.
– Devemos abrir fronteiras para a diversidade, para novos olhares do mundo.  “Será um novo salto do tamanho do BRIC. Mas para isso temos de abrir o mercado. O prazo para contratar profissionais estrangeiros é de dois anos. É muito tempo. Temos de abrir esse mercado “, afirma.
– Devemos propor profissionais sem fronteiras, sem barreiras.  “Os profissionais brasileiros também têm de passar seis meses em outros países. Nossa academia já deve preparar o profissional para o mercado internacional. Vamos formar profissionais mundiais de fábrica. Meu filho já está aprendendo mandarin “, afirma o presidente da comissão.
– Devemos ter processos e produtos compatíveis e competitivos mundialmente e não apenas voltados para o mercado nacional.
– Temos de quebrar a barreira da commoditização da criatividade do Brasil levando a criatividade brasileira a um nível ainda mais elevado.

Propostas votadas
A comissão também apresentou propostas votadas e aprovadas pelos congressistas na comissão:
1- Construir, por meio de estruturas e instituições fortes como a ABAP por exemplo, um mercado com visão e ambição mundial também com apoio de organismos do governo como a Apex.  “Vamos fazer workshops aqui e na India. Aqui e em Dubai “, afirma.
2- Articular com a área acadêmica a revisão dos currículos dos cursos de publicidade com padronização de disciplinas básicas; contratar apenas estagiários que estejam estudando. Caso o estagiário desempenhe função de profissional formado, deve ser contratado com profissional júnior
3- Estimular o intercâmbio mundial e nacional
4- Atrair para o mercado profissionais de outras áreas (antropólogos, arquitetos, designers, engenheiros, psicólogos, estilistas, etc).  “Nós vamos para Cannes todo ano mas quem faz Cannes vai beber de outras áreas, de outras fontes estéticas. Nós temos de aprender a beber em outros bebedouros “, afirma Nizan.
5- Transformar o Brasi num Líder Emergente de Criatividade
6- Dar uma agenda mundial para a ABAP na construção da nossa imagem e oportunidade para nossa criatividade no exterior.  “Se houver uma conferência na Unesco, o Conar tem de ir lá apresentar as regras de publicidade do mercado brasileiro “, afirma Nizan
7- Evitar a commoditização da publicidade brasileira privilegiando a criatividade
8- Ter respeito 360 graus em todo o mercado.  ” Já que a criação é 360, o respeito é 360 . Não podemos ter as produtoras atachadas o tempo todo”, afirma.
9- Conscientizar empresas para a criação de marcas brasileiras mundiais.  “O Brasil não pode ser um país só de commodittie. Quem faz produto barato é a China. Se você não tem a China, tem de ter uma marca “, afirma.

Retirado da M&M OnLine + IV Congresso Brasileiro de Publicidade

O MSN Messenger está congestionado?

Muitos que se interpoem aos usos do que vem a ser o Ciberespaço (Pierre Levy) que se usufruem regularmente – tanto que constantemente – de domínios deste, como o site de relacionamentos, Orkut, e o programa de bate-papo virtual mais usado no país que é o MSN Messeger. Contudo, o que vem ocorrendo nestes últimos dias é um erro; uma falha ao tentar abrir as contas do Messenger (Não sei se isso acontece com todos, mas comigo e alguns já ocorreu). Resultado frustação e aborrecimentos para quem usa de tal ferramenta para enviar e/ ou receber algum arquivo. Alguns usuários se viram do jeito que dá. Uns usando o Meebo outros o próprio Orkut.

A questão é: Como pode a MSN deixar tal lacuna ocorrer sobre uma de suas principais, e porque não, mais importantes ferramentas de seu domínio? Isso não traria um baixo recall e um redimento ainda mais baixo para seus anunciantes (já que a empresa vive disso)? O que estaria a suceder com a MSN?

Isso são questões que se passam na maioria dos interessados. Mas o que mais me consome é, será que estamos tão escravos do Ciberespaço, com seus Orkuts e Messengers, que não poderemos relevar tal fato e levar em conta que tal ocorrência não passa de um nível, ou melhor, desnível da Sociedade Moderna; desta Sociedade do Espetáculo (Guy Debord) de futilidades desnecessárias e acomodadas na vida do ser humano?

Não nascemos com MSN!!!