Propaganda de primeira. Toda segunda.

Por: Lisiane  e Tatiana

A partir do dia 08 de março, a propaganda cearense ganha uma nova página: “Estado de Ideias”. A cada semana, um giro sobre o que anda acontecendo no mercado cearense, sem deixar de lado o olhar atento sobre o cenário nacional e internacional do marketing e propaganda nas páginas do jornal O Estado. Além das matérias principais, a página contará com uma coluna assinada pelo jornalista e publicitário André Nogueira. Com 13 anos de experiência e mais de 40 prêmios nacionais e internacionais, o novo colunista do jornal O Estado mostrará seu olhar sobre o que anda movendo as idéias dos criativos e movimentado a opinião pública.

Para dar voz ao povo e promover a interação da redação com aqueles que fazem o mercado publicitário, sejam eles acadêmicos, professores, fotógrafos, produtores, publicitários ou anunciantes, seções especiais para quebrar a rotina.Relembrando as campanhas que ficaram na memória, a Estado de Ideias traz a seção “Minha Propaganda Inesquecível”. Já na “Mistureba”, a troca de experiência entre velha e nova geração em um rápido diálogo.Quem também tem espaço cativo na página são as ações virais e publicidades que mexeram com o público virtual na sessão “Caiu na Rede”.

Mais que a voz de um veículo, a Estado de Idéias surge com a liberdade de apresentar casos e cases, dos que ganham prêmios aos que aumentam vendas. Matérias feitas por quem coloca a mão na massa e as idéias nas ruas e na rede. Enquanto a página não chega, vale a pena sentir um pouco do gostinho do que virá na série de anúncios criados pela Flex Comunicação para divulgar o caderno. Nas peças, idéias específicas para cada caderno: política, esporte, sociedade, moda e economia. Confira os anúncios e acompanhe a nova página.

E agora José?

Ontem,  o STF – Supremo Tribunal Federal, derrubou a obrigatoriedade do diploma de Jornalismo para o cargo. Essa decisão, “começou” em novembro de 2006, onde, uma liminar do STF garantia o exercício da atividade aos atuantes na profissão independentemente de registro no Ministério do Trabalho ou de diploma de curso superior na área.

Segundo os defensores da lei, os que tiverem interesse e oportunidade de se profissionalizar como jornalista, através de universidade, eles podem e são livre (para isso). Mas estes não são os únicos à terem o direito de seguir o jornalismo, atividade que também se disponibiliza para os  vocacionados, os que tem o dom para a escrita, da repasagem de informação, e o olho clínico. A decisão deixou muita gente indgnada, desde os estudantes  aos jornalistas formados.

No nosso mercado tem muito mais gente sem diploma de publcitário do que no mercado jornalístico. Pra muita gente, um curso de Photoshop e CorelDraw já é formação certa. Do mesmo jeito que os jornalistas estudam uma porrada de coisa, a gente também tem que estudar o tripo, uma vez que, as agências tem vários clientes distintos e nós temos que aprender o máximo sobre eles, estudar o negócio para realizar uma campanha coerente.

Aí me veio uma questão:  Se os jornalistas que tem a profissão reconhecida e etc, receberam esta cartada do STF, imagina nós Publicitários, que não temos nem um sindicato?

E agora José?

De mágica em mágica

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eu4Essa é a criação de Fernando Costa e Evandro Abreu enquanto dupla na Slogan, feito para divulgar o evento que o jornal O Povo trazia Whashington Olivetto para Fortaleza . Pois bem, essa peça é histórica e registra bem como é a publicidade cearense, passaram 20 anos e o publicitário da terra contiua suando muito pra fazer mágica, mágica de criar sem briefing, mágica de escolher mídia sem planejamento ou mágica de multiplicar a verba do cliente.